
Reedição do acervo Filtroil Manutenções, publicada em 4 de novembro de 2026. A data acima corresponde à publicação original.
Autoria do texto original: Eng. Murilo Coelho — Departamento de Engenharia.
Consultar a publicação original ↗Texto adaptado para o blog do Grupo. Referências normativas históricas não foram reapresentadas como regras atuais.A análise de gases dissolvidos no óleo isolante é uma das ferramentas utilizadas no acompanhamento de transformadores. Ela complementa a avaliação físico-química e oferece informações para investigar possíveis anomalias no equipamento.
De onde vêm os gases
O conteúdo original relaciona a formação de gases à decomposição do óleo e da isolação celulósica, além de outras fontes. Diferentes condições térmicas e elétricas podem produzir padrões distintos, que precisam ser interpretados tecnicamente.
Entre os gases abordados na matéria estão hidrogênio, metano, etano, etileno, acetileno, monóxido de carbono e dióxido de carbono. A presença de um gás, sozinha, não deve ser tratada como um diagnóstico definitivo.
Concentração e evolução precisam ser avaliadas juntas
A comparação entre amostras permite observar tendências e taxas de evolução. Por isso, o histórico das análises, as condições de operação e os demais ensaios são relevantes para interpretar o resultado cromatográfico.
Como o resultado apoia a decisão
Uma alteração pode levar à revisão do intervalo entre coletas, à realização de ensaios complementares ou ao planejamento de uma intervenção. A medida adequada depende da avaliação de cada transformador.
No acervo Filtroil, essa análise também aparece no estudo de caso de investigação interna: o acompanhamento dos gases e os ensaios elétricos contribuíram para identificar uma condição que exigiu atenção.



